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20/05/2012

Reunião esclarece andamento do projeto para reativação da Estrada de Ferro

trilho

Na tarde desta terça-feira (31), o prefeito Paulo Mustrangi, acompanhado pelo secretário de Governo, Charles Rossi, recebeu em seu gabinete integrantes do GT Trem (Grupo de Trabalho do COMTUR), Associação Fluminense de Prevenção Ferroviária (AFPF) e da Pifer (Projetos de Interiores Ferroviários), para tratar do andamento da reativação da Estrada de Ferro Príncipe Grão-Pará (EFPGP).

Dentre os principais assuntos abordados na reunião estão à lei nº 5791/2010, que declara a Estrada de Ferro de relevante interesse turístico e econômico para o Estado, e a execução das ações do termo de cooperação entre os municípios, que promoverá diversas medidas necessárias para reativar a Estrada de Ferro Grão-Pará (EFPGP), de forma a transformá-la num atrativo de expressão e viabilidade para o Estado do Rio de Janeiro.

Para o prefeito Paulo Mustrangi, a Prefeitura de Petrópolis não vem medindo esforços para acelerar todo este processo de construção do novo acesso. “Estamos empenhados e trabalhando intensamente na volta da linha férrea. Para isto, contamos com uma importante parceria entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Magé”, destacou.

Segundo o presidente da AFPF, Antônio Pastori, a ideia da reunião é fortalecer a relação com a Prefeitura e apresentar informações sobre como está o andamento dos projetos no que diz respeito à reativação da Estrada de Ferro. “Procuramos o governo municipal no intuito de obter esclarecimentos e apresentar as medidas que deverão ser tomadas para acelerar a implantação do importante projeto”.





2 Comentários


  1. Reginaldo Xavier Wenceslau

    Eu, ainda, não conheço o projeto, mas gostaria que ao invés da velha Maria-Fumaça, fosse um trem moderno. Tipo o do Corcovado ou mais. Tipo um metrô de superfície e, com extensão até Itaipava.


  2. paulo

    À cada dia que passa, torna-se mais necessaria a reativação da estrada de ferro em Petropolis. O motivo que levou a desativação, foi a rapidez no transporte rodoviario da época que era de aproximadamente 1,10 hs, para fazer a viajem do centro de Petrópolis, até a praça Mauá no Rio de Janeiro, contra as mais de 2 horas do trem para fazer o mesmo percurso. Hoje aconteceria justamente o contrario se tivessemos o trem, pois dependendo do horario leva-se mais de 3 horas para fazer a viajem de onibus, sem contar com o transtorno do deslocamento até a rodoviária do Bingen( uma verdadeira viajem ) . Louvável a idéia do nosso amigo Reginaldo da extensão do projeto até Itaipava .



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