[Crítica] Fragmentado (2017)

Um homem e suas 23 personalidades. Três meninas sequestradas. Mas o que podemos esperar do novo filme de M. Night Shyamalan?

Kevin (James McAvoy) possui 23 personalidades distintas e consegue alterná-las quimicamente em seu organismo apenas com a força do pensamento. Um dia, ele sequestra três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin e precisam encontrar algum meio de escapar.

Neste thriller com alguns momentos de tensão e tentativas de fuga, quem rouba a cena mesmo é McAvoy que é capaz de mudar o olhar, a fala e o andar completamente a cada personalidade que assume, sendo convincente em todas elas. Uma pena é que apenas poucas são exploradas no longa.

Como já é característico de Shyamalan, a história acaba tomando um rumo inesperado, com uma pegada sobrenatural, que particularmente não me agradou. As meninas também não são cativantes o suficiente, a ponto de nos importarmos com elas.

Já a cena final é uma clara referência a outro filme do diretor, no caso, Corpo Fechado, de 2000, que dá a entender que haverá uma continuação onde ambas as histórias vão se cruzar.

Não é o melhor de Shyamalan, mas vale a pena conferir.

O filme está em cartaz no Top Cine Hipershopping ABC, com sessão legendada às 20h50; e no Cine Bauhaus com sessões às 16h10 e 21h. A classificação é 14 anos.

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